Clinica de reabilitação em São Paulo

A gente abre essa edição do Jornal da Manhã Paraná trazendo para você, em primeira mão, uma pesquisa inédita que revela que 86% dos curitibanos defendem a internação involuntária para a população de rua em casos graves. O levantamento é do Instituto Paraná Pesquisas e aponta, portanto, que quase oito em cada dez moradores da capital apoiam a ação mais dura do poder público em casos graves.

 

Sondagem inédita divulgada hoje mostra que a maioria dos moradores da capital apoia a decisão da prefeitura de internar, de forma involuntária, pessoas com transtornos mentais e dependência química em casos extremos. A medida está valendo desde o meio de uma portaria baseada em diversas leis para casos extremos, com indicação de médico psiquiatra.

 

O levantamento ouviu 802 pessoas entre os dias 22 e 25 de janeiro e perguntou aos entrevistados se eles são a favor ou contra a medida. Quem acompanha, inclusive pelo YouTube, consegue conferir agora o resultado desse levantamento.

 

Dos entrevistados, 86% disseram ser a favor da medida, 8,4% disseram ser contra, 3,1% disseram que depende da situação e 2,5% não sabem ou não opinaram.

Esse levantamento, para medir a temperatura entre os curitibanos a respeito da medida e da decisão da prefeitura sobre a internação involuntária, perguntou também aos entrevistados se essa internação poderia diminuir o número de dependentes químicos nas ruas de Curitiba.

 

83,5% dos entrevistados disseram que sim, 10,5% afirmaram que não poderia diminuir a quantidade de dependentes químicos nas ruas de Curitiba, 3,9% disseram que em partes e 2,1% não sabem ou não opinaram.

 

O estudo trouxe ainda a percepção dos moradores da capital sobre o papel do poder público. Foi perguntado se o poder público deveria intervir para proteger a vida de uma pessoa e de terceiros, mesmo que a pessoa em situação de rua não esteja de acordo com o atendimento.

 

89,4% concordam, 6% discordam, 2,4% disseram que depende da situação e 2,2% não opinaram.

 

Ainda conforme a pesquisa, 68,8% dos entrevistados ficaram sabendo da decisão da prefeitura e 31,2% desconheciam a decisão da administração sobre a internação involuntária em casos graves para a população de rua.

 

O levantamento tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos e margem de confiança de 95%.

O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, comentou o resultado desse levantamento.

 

Ele afirmou que é importante saber que a população está reconhecendo o trabalho sério que a prefeitura está fazendo quando se lida com vidas. Disse que a internação involuntária não é regra, mas exceção, aplicada quando a pessoa já não está em si e não tem autocontrole. Segundo ele, a partir de critérios rigorosos e com laudo técnico da saúde, é feita a internação para salvar a vida da pessoa internada e também de quem está em volta. Acrescentou que é um trabalho feito com seriedade e que continuará sendo realizado.

 

A Jovem Pan questionou a Prefeitura de Curitiba sobre o número de internações involuntárias já realizadas e sobre eventuais acionamentos na Justiça, mas até o momento não houve resposta.

 

Em janeiro, uma mulher em situação de rua, com quadro de desorientação e intoxicada pelo uso de drogas, foi levada para a Unidade de Estabilização Psiquiátrica após circular entre veículos na Avenida das Torres. Esse foi o primeiro atendimento relacionado à medida.

 

A política recebeu críticas de vereadores e deputados do PT, que a classificaram como excessivamente dura e questionaram possíveis violações de direitos. Houve protesto em frente à prefeitura, que terminou com vans oferecendo vagas de emprego aos participantes.

 

O levantamento é apresentado como um termômetro da visão da população sobre a medida. Apesar das divergências no campo político, os dados indicam ampla concordância popular com a intervenção do poder público.

 

Foi reforçado que a medida não consiste em retirar pessoas da rua de forma automática, mas segue protocolo rigoroso e depende de avaliação de médico psiquiatra.

 

Segundo avaliação dos comentaristas, a política foi bem comunicada à população e obteve alta taxa de aceitação. De forma extraoficial, profissionais da linha de frente indicaram que já teriam ocorrido cerca de 30 internações involuntárias em menos de 20 dias, todas baseadas em decisão médica.

Conclusão

A internação involuntária é o primeiro passo de uma jornada de recuperação. Ela quebra a barreira da negação e dá ao dependente químico a chance de receber a ajuda que ele não consegue pedir.

Se você está passando por isso, saiba que não está sozinho. O tratamento especializado é a ferramenta mais poderosa para trazer seu filho de volta ao convívio familiar e à vida.

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Conclusão

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